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Marketing Pessoal: Seja estratégico com seu tempo Imprimir E-mail
Dom, 22 de Junho de 2008 - 17:46
No agitado mundo dos negócios, vejo pessoas correndo de um lugar para outro, saindo e entrando em reuniões, consultando seus Blackberrys como fanáticos religiosos, trabalhando madrugadas afora para lidar com a grande quantidade de e-mails recebidos, enfim, vejo esses profissionais ocupados, ocupados, ocupados e ocupados.

O grande dilema de todas essas atividades, no entanto, é que elas representam a maior parte daquilo que os acadêmicos chamam de “tempo que não agrega valorâ€.

Há alguns anos, os professores Steven Wheelwright e Kim Clark, da Harvard Business School documentaram um declínio catastrófico na quantidade de tempo, com valor agregado, que as pessoas utilizavam no trabalho, quando assumiam mais de dois projetos concomitantemente. Na ocasião da pesquisa, os participantes responderam que estavam trabalhando, em média, em sete projetos ao mesmo tempo. Concomitantemente a isso, a produtividade no trabalho tinha caído 15%. Ironicamente, quanto mais tarefas assumiam, menos as realizavam.

O que você pode fazer para obter produtividade com valor agregado nos dias de hoje? Seguem aqui algumas sugestões:

- desenvolva um conjunto de painéis ou scorecards que possam ajudá-lo a, sistematicamente, separar as oportunidades atrativas das não atrativas.

- tente dar aos projetos mais antigos o status de “em fechamentoâ€, antes de assumir outros.

- assegure-se de reservar algum tempo para as atividades estratégicas não urgentes (como refletir ou redigir), que tendem a ser ofuscadas por outras demandas, supostamente imprescindíveis.

- verifique se há e-mails em sua caixa postal apenas duas vezes por dia (isso não vai machucar, garanto!)

- tente deixar claro àqueles com quem se relaciona (como chefes e colegas) quem talvez esteja gerando excesso de trabalho para você.

- ajuste suas prioridades estratégicas e coloque em questão as atividades que não o levam em direção delas.

- questione o valor de cada atividade – se ela não for finalizada, o que ocorrerá?


Fonte: Rita Gunther McGrath - Harvard Business Review
Rita Gunther McGrath é professora da Columbia Business School, onde realiza estudos sobre inovação, novos negócios corporativos e empreendimento.

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por Tiago Macedo de lemos:
Fazemos as coisas tão institivamente, que não perc
2008-06-23 09:19:05
Caros amigos,
Vivemos em um mundo onde não há limites para a tecnologia, a
cada dia surge novos equipamentos eletrônicos, e nos faz cada vez mais
escravos, dependendo da tecnologia.

Recentemente, vi na uma reportagem de
pessoas que estavam largando seus empregos belíssimos na grande São Paulo,
para viverem em interiores, para abandonar a correria que se forma na
capital.

Temos que tomar muitos cuidados no desenvolvimento de nossas
atividades, pois vejo pessoas próximas que não estão vivendo mais, estão
reféns da tecnologia, trancado em sés gavetas.

Pense nisso.
por Marcus Vinicius:
Algo a se pensar...
2008-06-23 16:15:33
Cada pessoa realmente tem que fazer o seu Marketing pessoal em relação ao
tempo, pois o único prejudicado será o próprio profissional ou a empresa que
ele atua!
Mas cada caso é um caso, tem que que haver uma análise para cada
profissional para ver os pontos a serem corregidos... pois eu digo: cada caso é
um caso, o que não pode, é estar na desorganização!
Mas há jeito para
tudo!
por Diego Scaglione:
Alienados
2008-06-24 10:28:23
Achei de extrema inteligência esse artigo escrito pela Rita e concordo com essa
alienação e que temos disperdiçado tempo que não seja produtivo. Atualmente
trabalho em uma das grandes empresas de TI do Brasil que apresenta um nível
frenético de informações e um dos pontos mencionados gostaria de discutir.
Como deixar claro as pessoas com quem me relaciono que estão gerando excesso de
trabalho para mim ? Esse ponto acredito que é delicado e não sei como
questionar isso
por Carlos Roberto de Souza Jr:
Business X Vida
2008-06-30 16:47:45
Perdemos nosso tempo com tantas formalidades que esquecemos que negócios se
fecham com um bom diálogo. Nos tornamos reféns da tecnologia para dizer aos
outros que temos status. Queremos fazer sempre mais e esquecemos de fazer o
básico, gastando energia sem necessidade.

A saída de executivos dos grandes
centros em busca da vida no interior é algo racional e inteligente. Podemos
trabalhar e termos qualidade de vida, sem nos preocuparmos com o status e a
competição que nos leva apenas a perder o contato com a Família, os amigos e
com o que gostamos de fazer.

Trabalho deve ser algo que complementa e não
que desagrega. As pessoas se esquecem até mesmo de Deus. Todas essas atividades
podem tornam as pessoas doentes. Depressão é uma dessas doenças.


Aprendemos com o "Caipira" que vive tranquilo e mesmo assim e nem
por isso deixa de ser uma pessoa de sucesso.

O artigo escrito tão bem é um
ensin...
por Ana carolina:
O que buscamos?
2008-07-09 20:28:29
Hoje muitos na vida estão atras de uma oportunidade de emprego, outros porem
ocupados procurando uma oportunidade de ser um pai ou talvez uma mãe, mas na
realidade o que realmente acontece é que na maioria das vezes esquecemos de ser
nós mesmo.
Acredito que antes de estarmos bem ou preparados pra qualquer
coisa, precisamos estar bem com a gente mesmo.
Dai a idéia de saber dividir
nosso tempo.
A vida é muito curta, pra nos dedicarmos a uma coisa só, podemos
fazer tudo melhor ou mais de uma coisa, mas pra isso temos que estar felizes pra
todas elas.
Só assim acredito que estaremos realmente preparados para separar
as coisas e obter produtividade em nosso trablho e em nossa vida.
por Keli:
MARKETING PESSOAL
2009-05-22 12:40:19
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